Zimbabwe: Greves de funcionários ameaçam a estabilidade
Zimbabwe: Greves de funcionários ameaçam a estabilidade, A situação política e social no Zimbabwe está a ser marcada pelo anúncio da previsível realização de uma série de greves em diversos sectores da actividade pública, que podem comprometer muito seriamente o clima de unidade que agora se fazia sentir.
O mérito desse clima deve ser creditado ao empenhamento do Presidente Emmerson Mnangagwa na mobilização da população para a realização das eleições de Julho.
No poder desde Novembro de 2017, Emmerson Mnangagwa ainda não teve tempo nem condições para responder a todos os desafios da sociedade, nomeadamente aos dos trabalhadores que reivindicam melhores salários e condições de trabalho mais condignas.
O primeiro desafio foi-lhe lançado pelas enfermeiras que decidiram dar corpo a uma greve por melhores salários e condições de trabalho mais apropriadas para a sua actividade.
Esta greve, a primeira de muitas que pelo menos já estão anunciadas, teve da parte do Governo uma resposta bastante musculada e que deixa antever a possibilidade do Zimbabwe poder vir a passar por um período de alguma perturbação social.
Precisamente no dia em que o país comemorava a sua Independência, na quarta-feira, o Governo decidiu nada mais nada menos do que despedir as 16 mil enfermeiras e enfermeiros que estavam em greve.
O anúncio do despedimento colectivo foi feito em comunicado pelo Vice-Presidente, Constantino Chiwenga, o general que liderou o golpe de força militar que obrigou, em Novembro de 2017, o então Presidente Robert Mugabe a abandonar o poder.
No comunicado, Constantino Chiwenga acusou os enfermeiros de desrespeitarem um acordo que previa o regresso ao trabalho na passada terça-feira, um dia depois de terem iniciado a paralisação.
Segundo o Vice-Presidente, o Executivo gastou 17 milhões de dólares para cumprir as exigências dos grevistas, pelo que a recusa em regressar aos postos de trabalho é vista como “uma falta de arrependimento politicamente motivada”.
O mérito desse clima deve ser creditado ao empenhamento do Presidente Emmerson Mnangagwa na mobilização da população para a realização das eleições de Julho.
No poder desde Novembro de 2017, Emmerson Mnangagwa ainda não teve tempo nem condições para responder a todos os desafios da sociedade, nomeadamente aos dos trabalhadores que reivindicam melhores salários e condições de trabalho mais condignas.
O primeiro desafio foi-lhe lançado pelas enfermeiras que decidiram dar corpo a uma greve por melhores salários e condições de trabalho mais apropriadas para a sua actividade.
Esta greve, a primeira de muitas que pelo menos já estão anunciadas, teve da parte do Governo uma resposta bastante musculada e que deixa antever a possibilidade do Zimbabwe poder vir a passar por um período de alguma perturbação social.
Precisamente no dia em que o país comemorava a sua Independência, na quarta-feira, o Governo decidiu nada mais nada menos do que despedir as 16 mil enfermeiras e enfermeiros que estavam em greve.
O anúncio do despedimento colectivo foi feito em comunicado pelo Vice-Presidente, Constantino Chiwenga, o general que liderou o golpe de força militar que obrigou, em Novembro de 2017, o então Presidente Robert Mugabe a abandonar o poder.
No comunicado, Constantino Chiwenga acusou os enfermeiros de desrespeitarem um acordo que previa o regresso ao trabalho na passada terça-feira, um dia depois de terem iniciado a paralisação.
Segundo o Vice-Presidente, o Executivo gastou 17 milhões de dólares para cumprir as exigências dos grevistas, pelo que a recusa em regressar aos postos de trabalho é vista como “uma falta de arrependimento politicamente motivada”.
“O Governo decidiu, para bem dos pacientes e para salvar vidas, despedir todos os enfermeiros em greve, medida com efeito imediato”, indicou Constantino Chiwenga., https://www.plumangola.com/2018/04/zimbabwe-greves-de-funcionarios-ameacam-a-estabilidade/, Feli Hendri
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