Girabola2018: Rivais vão ao clássico à procura da hegemonia
Girabola2018: Rivais vão ao clássico à procura da hegemonia, A contar para a décima jornada, militares e petrolíferos vão para este derby luandense com a pretensão da conquista dos três pontos, para se aproximarem do líder Interclube, que soma 19 pontos.
Os protagonistas estão a fazer uma prova descontínua, sendo que o 1º de Agosto, bi-campeão nacional, em cinco jogos conseguiu duas vitórias, igual número de empates e uma derrota, ocupando neste momento o 14º lugar, com oito pontos.
Os pupilos de Zoran Maki até podem chegar à liderança da prova, caso vençam as quatro partidas que têm em atraso (contra 1º de Maio, FC Bravos do Maquis, Sporting de Cabinda e JGM do Huambo), mas as suas actuações intermitentes até aqui deixam dúvidas quanto ao seu favoritismo nestes encontros.
Com dois desafios por disputar (Kabuscorp do Palanca e Sporting de Cabinda), o Petro de Luanda, apesar de ainda não sofrer qualquer derrota, em sete jogos ganhou três e empatou quatro, estando em quinto, com 13 pontos.
Dados esses que dão algum desconforto aos adeptos dos dois emblemas, mas uma vitória neste jogo poderá alavancar a moral do grupo, sobretudo por ser diante de um arqui-rival, podendo se tornar numa mola impulsionadora para as jornadas seguintes.
A turma do Rio Seco vem moralizada para este clássico, após triunfo na jornada passada, no Huambo, frente ao Recreativo da Caála, por 2-0, enquanto a formação do Catetão empatou em casa com o Recreativo do Libolo, a zero.
Aguarda-se por um desafio bastante renhido pelos amantes do futebol, onde a nota baixa para os tricolores será a ausência do seu capitão, Job, expulso no desafio contra o Progresso do Sambizanga (2-2). Ainda assim, têm em Tiago Azulão, melhor marcador da época transacta, a “seta” a apontar para a defensiva militar.
Já na formação afecta às Forças Armadas Angolanas estão em dúvidas também o seu capitão, Dany Massunguna, e Mongo, lesionados.
Geraldo, Jacques, Ibukun e Bua são algumas das estrelas deste clube que poderão desequilibrar durante os noventa minutos.
No ano do “bis” dos “Agostinos”, em 2017, o 1º de Agosto levou vantagem sobre o seu adversário, conseguindo uma vitória (1-0) e um empate.
Este será o 75º clássico, que iniciou-se em 1981, com os militares a ganharem por 2-0, ao passo que o resultado mais desnivelado ocorreu em 1988, no 6-0 favorável aos tricolores.
No histórico, contam-se 23 vitórias para o 1º de Agosto, 31 para o Petro e 20 empates.
O Petro possui 15 campeonatos ganhos e o 1º de Agosto 11., https://www.plumangola.com/2018/04/girabola2018-rivais-vao-ao-classico-a-procura-da-hegemonia/, Peterson Pisaterra
Os protagonistas estão a fazer uma prova descontínua, sendo que o 1º de Agosto, bi-campeão nacional, em cinco jogos conseguiu duas vitórias, igual número de empates e uma derrota, ocupando neste momento o 14º lugar, com oito pontos.
Os pupilos de Zoran Maki até podem chegar à liderança da prova, caso vençam as quatro partidas que têm em atraso (contra 1º de Maio, FC Bravos do Maquis, Sporting de Cabinda e JGM do Huambo), mas as suas actuações intermitentes até aqui deixam dúvidas quanto ao seu favoritismo nestes encontros.
Com dois desafios por disputar (Kabuscorp do Palanca e Sporting de Cabinda), o Petro de Luanda, apesar de ainda não sofrer qualquer derrota, em sete jogos ganhou três e empatou quatro, estando em quinto, com 13 pontos.
Dados esses que dão algum desconforto aos adeptos dos dois emblemas, mas uma vitória neste jogo poderá alavancar a moral do grupo, sobretudo por ser diante de um arqui-rival, podendo se tornar numa mola impulsionadora para as jornadas seguintes.
A turma do Rio Seco vem moralizada para este clássico, após triunfo na jornada passada, no Huambo, frente ao Recreativo da Caála, por 2-0, enquanto a formação do Catetão empatou em casa com o Recreativo do Libolo, a zero.
Aguarda-se por um desafio bastante renhido pelos amantes do futebol, onde a nota baixa para os tricolores será a ausência do seu capitão, Job, expulso no desafio contra o Progresso do Sambizanga (2-2). Ainda assim, têm em Tiago Azulão, melhor marcador da época transacta, a “seta” a apontar para a defensiva militar.
Já na formação afecta às Forças Armadas Angolanas estão em dúvidas também o seu capitão, Dany Massunguna, e Mongo, lesionados.
Geraldo, Jacques, Ibukun e Bua são algumas das estrelas deste clube que poderão desequilibrar durante os noventa minutos.
No ano do “bis” dos “Agostinos”, em 2017, o 1º de Agosto levou vantagem sobre o seu adversário, conseguindo uma vitória (1-0) e um empate.
Este será o 75º clássico, que iniciou-se em 1981, com os militares a ganharem por 2-0, ao passo que o resultado mais desnivelado ocorreu em 1988, no 6-0 favorável aos tricolores.
No histórico, contam-se 23 vitórias para o 1º de Agosto, 31 para o Petro e 20 empates.
O Petro possui 15 campeonatos ganhos e o 1º de Agosto 11., https://www.plumangola.com/2018/04/girabola2018-rivais-vao-ao-classico-a-procura-da-hegemonia/, Peterson Pisaterra
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