Nunca ignore a fadiga. É o sintoma comum destas oito doenças
As pessoas tendem a encarar a fadiga como uma consequência normal do estilo de vida apressado dos dias de hoje. Mas há que prestar mais atenção.
A fadiga nunca é apenas cansaço. Esta sensação de canseira física e mental pode ser o resultado direto de um estilo de vida apressado, mas pode ser também a consequência de um problema de saúde (ou, na verdade, de oito).
Olhar com olhos de ver para a fadiga pode permitir um diagnóstico mais eficaz e precoce de condições que afetam o bem-estar e a qualidade de vida de uma pessoa, como a disfunção da tiroide. Esta é uma das oito doenças que o site da revista Prevention aponta como causa da fadiga, visto que se trata de um problema de saúde que afeta diretamente o sistema imunitário e, por isso, interfere negativamente com o nível de energia da pessoa.
Quando as glândulas suprarenais ficam sobrecarregadas, não conseguindo controlar os níveis de cortisol (hormona do stress), verificam-se também oscilações a nível de energia, resultando numa sensação de fadiga constante. Quando à fadiga se alia o stress, estas glândulas podem entrar em colapso.
A fadiga constante pode ser ainda uma consequência da anemia, da diabetes e da depressão clínica, estando, neste último caso, associada ainda a uma apatia perante situações que seriam do agrado.
A fadiga crónica é uma condição real e pode ter origem num certo tipo de inflamação, contudo, estima-se que a sua origem esteja, de facto, numa quantidade exagerada de cansaço e na incapacidade de contornar a situação.
Segundo a Prevention, a fadiga é ainda um possível sinal de endocardite, uma infeção que afeta a membrana mais interna do coração, e uma consequência direta da apneia do sono, condição que leva a um maior esforço respiratório durante o sono.

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