Angola e RDC abordam situação de segurança


Ministro dos Negócios Estrangeiros da República Democrática do Congo foi recebido ontem em audiência pelo chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos.
Questões ligadas à segurança, com realce para a situação de instabilidade político-militar na República Democrática do Congo (RDC) e na Região dos Grandes Lagos, dominaram, nesta Quinta-feira, o encontro entre o Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, e o ministro dos Negócios Estrangeiros da RDC, Raymond Tshibanda. Em declarações à imprensa, no final da audiência, o chefe da diplomacia da RDC informou que a situação de segurança no Leste do seu país é, nessa altura, “muito preocupante”.
A situação, explicou, deve-se ao facto de as forças negativas do Uganda, do movimento rebelde do ADF que operam nesta região, terem mudado de estratégias e optado por “métodos de penetração com tácticas de terrorismo”. “Com base nisso, trocamos impressões com o estadista angolano, na qualidade de Presidente em exercício da Conferência Internacional para a Região dos Grandes Com esta iniciativa, de acordo com o diploma, pretende-se criar um mecanismo de estímulo para se atingir as metas preconizadas neste processo do registo eleitoral, elevando a produtividade no trabalho dos Lagos (CIRGL), e também Angola, como vice-presidente do órgão da SADC para defesa e segurança”, precisou.
Quanto às eleições na RDC, informou que o Governo do país quer que se realizem de forma pacífica e amena, para que não haja distúrbios antes e depois do pleito. Adiantou que existe já uma convergência de ideias entre os actores políticos na RDC em relação à possível data, mas até ao momento nada de concreto.
Sublinhou que estão em permanente diálogo para ver resolvido este objectivo. Informou, por outro lado, que durante a audiência abordou com o Presidente da República aspectos ligados à cooperação entre ambos países. A esse respeito, afirmou que as relações de cooperação esitão num “nível excelente”. Angola e a República Democrática do Congo partilham uma fronteira terrestre e marítima numa extensão de 2511 quilómetros quadrados. É a linha que limita os territórios e tem duas secções distintas.




Fonte: opais
Colaborador (s): Jairo Costa

Sem comentários:

Com tecnologia do Blogger.